Ainda não muito inspirada (ou expirada como diz o 'professor' de filosofia; sim é verdade, ele fala expiração!), hoje estou aqui pra falar sobre... nada em especial.
Ah, um comentário rápido antes que eu esqueça, só pra complementar algumas coisinhas que disse no primeiro post: "Eu sinto falta mas já não sei mais de que... Se fui eu que escolhi assim, não quer dizer que seja bom pra mim... O tempo passa mas eu vejo como nada mudou..." Incrível como essa música se encaixa com o que eu falei. Mancada não ter lembrado dela :P O assunto daquele post é tão interessante, tão amplo que daria pra ficar falando somente disso aqui por semanas. É engraçado ver como coisas que pareciam tão importantes, tão insubstituíveis, simplesmente perdem a graça com o passar do tempo. É engraçado também analisar as escolhas que a gente fez, escolhas que analisávamos como se fossem casos de vida ou morte. E conseguimos optar pela pior alternativa possível! HAUAHUAHUA E o pior: isso quase não fez diferença nenhuma. A vida simplesmente está aí, cada vez impondo mais escolhas, que lá na frente nós vamos encarar com o mesmo deboche que encaramos agora as escolhas passadas.
Pena que eu só consigo enxergar isso depois da histeria, da ansiedade, da indecisão e da insegurança que acompanham uma escolha. Ah, e também do arrependimento, que está SEMPRE presente. Porque querer não é poder? Porque não posso simplesmente decidir: quero mudar, quero pensar diferente! E então isso vira realidade. Porque não?
Seria muito fácil, né? E se tem uma coisa que a vida não é, é essa.
Eu acho que desde o dia em que criei esse blog estou falando que preciso terminar de ler uma apostila de sociologia. Amanhã é o dia da aula e eu ainda nã li! AHUAHUAHUAUA Não sou irresponsável, é só que não gostei daquela professora. Mas como hoje não tenho mais pra onde correr, tenho que me render àquele texto que se mostra muito interessante (NOT). Boa noite ^^
